Portfolio para empresas e universidades.
Sou um apaixonado pela natureza. Os mecanismos, as formas e as
cores encantam-me. Por isso escolhí a Engenharia Florestal como curso e
profissão. Aliado a isso, tenho um fascínio por tecnologia e pelas
inúmeras possibilidades de soluções que ela pode trazer para o setor
ambiental.
Sou graduado em Engenharia
Florestal pela Universidade de Brasília - UnB,
na qual, tenho muito orgulho de ter feito parte por conta da história e
das pessoas que fazem parte dela. Concluí o curso em julho de 2023.
Durante minha graduação, participei de atividades extra
curriculares em áreas bem diversas com o intuito de experimentar os mais
diferentes campos de conhecimento. Entre as atividades está um estágio,
projetos de iniciação científica, cursos e um intercâmbio.
Desta forma, este portifolio tem como objetivo apresentar alguns
projetos desenvolvidos durante a minha graduação e contar algumas
experiências.
Desde que ingressei na universidade, sempre tive muito interesse em
projetos de pesquisa. Sempre vi como uma oportunidade de aprender mais
profundamente alguns temas.
Pelo Programa de Iniciação Científica
(PROIC) da UnB tive a oportunidade de trabalhar em quatro projetos:
Monte da Capela no Parque Estadual dos Pirineus
Captura de coordenada geográfica na ESECAE
“Análise morfológica e molecular de espécies do complexo
Piper fuligineum” coordenado pela professora Msc. Dra.
Micheline Carvalho-Silva.
“Decomposição de serrapilheira em Cerrado Rupestre” coordenado
pelo professor Msc. Dr. José Roberto Pinto. Este projeto teve coleta de
amostras no Parque Estadual dos Pirineus no município de Cocalzinho-GO.
“Estoque de carbono da vegetação lenhosa em área de cerrado após
distúrbios” coordenado pela professora Msc. Dra. Alba Valéria Rezende. A
área de estudo desse projeto foi a Estação Ecológica de Águas Emendadas.
“A morfologia das sementes de Piperaceae do cerrado” coordenado
pela professora Msc. Dra. Micheline Carvalho-Silva.
Tive a oportunidade de apresentar os resumos dos três últimos
projetos em formato de poster no Congresso de Iniciação Científica da
UnB - 2022. Os três trabalhos foram indicados à premiação.
O
trabalho sobre a morfologia de sementes de Piperaceae teve o resumo
publicado no Congresso Nacional de Botânica em 2022.
A
pesquisa sobre decomposição de serrapilheira em Cerrado Rupestre foi
parte de um projeto maior que teve como un dos resultados o resumo
“Produção anual e sazonal de serapilheira em ambientes de cerrado
sentido restrito” publicado nos anais do 9º Congresso Florestal
Brasileiro.
Fiz estágio na Terracap (Companhia Imobiliária de Brasília) 20 horas
por semana durante dois anos. Trabalhei no Núcleo de Licenciamento que
faz parte da Gerência de Meio Ambiente. Na Terracap, tive a oportunidade
de fazer parte de uma equipe muito unida, competente e com
características multidisciplinares, pois faziam parte agrônomos,
engenheiros florestais, biólogos, geólogos, engenheiros de produção e
engenheiros ambientais.
No estágio, era responsável por
produzir mapas de uso do solo e mapas de vegetação para eleborar estudos
que vão compor relatórios de compensação florestal. Também fazia parte
das minhas atribuições a eleborações de pequenos inventários florestais
e análise de inventários contratados pela empresa. A elaboração do
inventário envolve desde a parte de planejamento e medição de árvores
até a elaboração do relatório.
Segue alguns trabalhos
elaborados durante meu período de estágio.
Para fins de regularização de empreendimentos da Terracap, são requeridas pelo orgão ambiental a compensação pretérita (compensação relativa as supressões de vegetação após 1991) e a compensação futura. O calculo da compensação pretérita é feito através da análise de ortofotos históricas da área comparando-as com ortofotos atuais. Assim é possível saber a área de vegetação nativa que foi suprimida de 1991 (marco legal para compensação no DF) até o momento do estudo. Um dos produtos desta análise são mapas que auxiliam na visualização destas áreas.
Na compensação futura são observadas as áreas de vegetação
remanescente que serão suprimidas com base na poligonal de supressão. O
mapa de uso do solo foi classificado através da técnica de classificação
supervisionada disponível no software ArcMAP 10.8.
Para requerimento de Autorização de Supressão Vegetal (ASV) é
preciso realizar inventário florestal. Para tanto é necessário elaborar
levantamento qualitativo e quantitativo da vegetação presente. Os mapas
a seguir foram feitos para a construção de relatórios de inventários. os
mapa são a respeito dos estudos ambientais para implantação do Projeto
DRENAR. Um gande e importante projeto de drenagem em Brasília no qual
tenho muito orgulho de ter feito parte.
Mapa de localização do Projeto Drenar DF
Mapa com detalhe da poligonal de supressão do Projeto Drenar DF